Quarta-feira, 25.04.12

Festa de estudantes santomenses


Estudantes santomenses residentes em Angola juntaram-se na Embaixada da República de S. Tomé e Príncipe para festejar o final do ano lectivo 2011.

publicado por associacao-estudantes-uan às 15:57 | link do post | comentar
Terça-feira, 10.04.12

Bolseiros São-Tomenses residentes em Angola reúnem com o Ministro de Educação do seu país

 

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Melba Ceita

  

 

Mais de 15 bolseiros São-Tomenses residentes em angola reuniram recentemente o ministro da Educação, Olinto Daio, que visitou o país, no final do Mês de Março, quando participava da reunião conjunta entre os membros da comunidade dos países de Língua oficial Portuguesa CPLP.

 

Durante o encontro, o governante auscultou os bolseiros que colocaram entre as várias preocupações, o atraso no pagamento dos subsídios de bolsa, a falta de comunicação e celeridade na tramitação de documentos para a renovação das bolsas.

 

Por seu turno, o governante esclareceu, que as autoridades São-Tomenses estão empenhadas na resolução de todas das as preocupações que afligem os seus bolseiros e sublinhou que o país está a fazer um conjunto de reformas no sector da edução para ombrear com as suas congéneres na CPLP.



publicado por associacao-estudantes-uan às 14:56 | link do post | comentar
Quinta-feira, 29.03.12

Associações universitárias apelam a uniformização da propina

 A uniformização das propinas ao nível do ensino superior no país deve mobilizar as autoridades e os parceiros privados na busca das melhores soluções e que se revejam na necessidade de formação dos quadros internamente a custos equilibrados.

Para a presidente da União de Estudantes de Ensino Superior de Angola UEESA, Yolanda de Sousa, a necessidade de uniformização das propinas deve-se ao facto de os investidores privados, neste segmento de negócios, não olharem apenas para o ensino unicamente como fonte de rendimento, uma vez que a grandeza de um país mede-se pela qualidade e quantidade dos seus quadros.

“Sabemos que estamos a falar de um investimento privado que tem como finalidade o lucro, mas é preciso ponderação”, disse.

Por seu turno, a presidente da Associação dos estudantes da Universidade Católica de Angola, Diana Pereira, advogou que as instituições privadas não devem privar o acesso à nota e outros serviços administrativos quando existe atraso no pagamento da propina.

Já o Adelino Henriques, presidente da Associação de estudantes Universidade privada de Angola UPRA, disse que a principal dificuldade com que os estudantes se deparam tem que ver com a confirmação de matrículas. Segundo explicou, no acto de confirmação o estudante é forçado a pagar o equivalente a 50 mil kwanzas à partida, sendo 25 mil para confirmação de matrículas e outra parcela igual referente as propinas, facto que considera inaceitável.

 

Fonte: Jornal de Economia & Finanças (Ediçoes Novembro), edição 186

publicado por associacao-estudantes-uan às 16:15 | link do post | comentar

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